Publicado por: matheus graciano em: Abril 6, 2008
Sábado-feira, cinco de abril de dois mil e oito.
Se você é um andarilho como eu, que precisa andar de ônibus, barca, metrô (ou trem), se fode o dia todo no trânsito, buraco, vagabundo, sujeira, se estressa com trabalho, pessoas, falta de educação, burrice, mongolice e “ices” do tipo, acho que temos coisas em comum.
O mundo é meio babaca. É, caro leitor, isso todo a gente já está cansado de saber. Porém, essa das pessoas se fazerem de cultas demais me perturba. Ah, você deve estar pensando que eu me incomodo porque sou um ligeiro imbecil, tentando ser sábio. Engano seu, só não aturo essa de achar que o saber superior salvará o mundo.
Não entendeu? Porra, é simples! Imagina só, pra que você vai querer saber tanta coisa? A maioria das pessoas são felizes sem saber nada!
Ser alienado, no fundo, é bom. É legal. Chega a ser, até, divertido. Por exemplo, as pessoas têm uma má impressão sobre os surfistas. Dizem que eles são alienados. Porém, vejam só, os caras são felizes. Fazem o que querem e ainda têm uma consciência ecológica que quase nenhum dos “pica-grossa” que administram as maiores empresas do mundo possuem. E melhor, sabem se divertir como ninguém.
Acho que o mundo tá muito sóbrio. Talvez a solução seja a tal “expansão de consciência”. A galera está precisando apreciar mais os seios, cinturas e bundas que andam belamente por nossas calçadas, ao invés de hostilizá-los com palavras tão baixas como os machos-sem-noção fazem; precisando contar mais estrelas no céu; precisando sentir mais o cheiro do mar (que poluem todo dia); precisando ver como as crianças estão mais inteligentes; precisando ver que toda essa babaquice de falar de filsofia de vida talvez não seja tanta viadice assim.
Alienemo-nos! Iupiiiiiiiiiiiiiiiii! (que expressão bizarra…)
E, como de praxe, mais um sábio vídeo abaixo.
Publicado por: matheus graciano em: Março 26, 2008
Todo o dia, sem dúvida alguma, diversas pessoas pensam sobre o futuro. Umas pensam muito, outras pensam um pouco mais, e ainda há aquelas que… apenas pensam.
No meio deste brainstorm social, muito se pensa no amanhã imediato, em curtíssimo prazo, e aos poucos vamos deixando para trás caminhões de bagulhos que algum dia voltarão para tirar as devidas satisfações.
É bom lembrar que o “escrevedor” deste blog não é um defesor dos bons costumes (e nem da moral), porém, o que dizer quando tudo se volta para um programa de tv (Big Brother Brasil, o próprio) onde o participante ganhador (este mesmo, apelidado de Rafinha) após o anúncio de sua vitória exprime apenas o sentimento de felicidade por estar, rico? Será que ele não imaginou que este poderia ser o momento onde tornar-se-ia o tal “porta-voz da juventude” e falaria (boa parte das) coisas que “a galera” da sua faixa etária gostaria que fossem faladas em uma emissora de tal porte como a Globo?
Eh. Parece que a geração do Rafinha é mesmo a do nada a declarar. O pior de tudo isso é que esta galera vai por muito filho no mundo, e, talvez, nada mais que seus pais possam lhe ensinar é como um dia você poderá entrar em um programa de massa, levar algum milhão e gritar que está rico para todo o país ouvir.
Estão aí os reflexos do passado e futuro nestes vídeos.
Bruna Ferraz e a Iband mostram que tudo mudará, mais até lá ainda diremos “nada mudou”.
O que você acha? Você ainda acha alguma coisa?
Publicado por: matheus graciano em: Março 2, 2008
Tarde de sábado, minha casa. Acompanhado de minha provável futura cônjuge, ouço no rádio mais um daqueles spots radiofônicos sobre cinema. O filme em questão “Jogos do Poder”, estrelado por Tom Hanks e Júlia Roberts e baseado em fatos reais da história mundial. Boa esta última frase, tão boa que de tão usada parece mais um filme imbecil… porém não foi bem isto que vi.
Ainda não vi as críticas dos cinéfilos, críticos e outros seres que vivem disso que eu queria muito me sustentar: escrever críticas. Mas, Deus sabe o que faz e não dá mole para um vagabundo qualquer como eu.
Acontece que em uma Guerra Fria, como aquela que acredito que todos conhecem, fazer “a porrada estancar” era só uma questão de ter bons motivos. Porém, se alguém tiver um bom motivo, a gente compra também. Seguindo o conceito desta última oração, os USA, vulgo EUA, também conhecidos como Estados Unidos, ou United States para os íntimos, buscam dar o seu jeitinho para armar os Afegãos. Por quê? Ora, meu caro, imagina um país miserável, sodomizado pelos russos para garantir o território soviético, e mesmo assim são os únicos a saírem na porrada com os estes. Imaginou? Então. Adicione um tempero de milhões de dólares para a compra de armas e treinamento da galera e… ta pronto! Os afegãos derrotaram os russos e adquiriram sua “liberdade”. Mas, e agora?
Perceba que não estou contando o filme, isto é HISTÓRIA, algo que supostamente você deve ter aprendido nas aulas de história geral de sua escola.
Porém, estas mesmas escolas não foram sequer implantadas no Afeganistão após a sua suada guerra contra a URSS. Isto levando em consideração que a população era em sua metade composta por adolescentes com menos de 14 anos. Ora, aqui no Rio de Janeiro nós já conhecemos historinhas do tipo. O que será que acontecerá?
Este filme mostra a imbecilidade do povo americano. Não que eu odeie os USA. Porém, a verdadeira inteligência seria USAr os recursos mil para reerguer os países e não ajudá-los só belicamente. O tal Plano Marshall reergueu uma Europa fudida no pós-guerra, e hoje os frutos estão a mostra. Mas os frutos asiáticos americanos vieram os mais podres possíveis. No dia 11 de setembro, um senhor denominado Osama Bin Laden, afegão, comanda a revolta contra os infiéis que os ajudaram a ajudá-los na destruição do regime soviético.
Hilário? Neste segundo estou me perguntando, seriam os afegãos o messias do novo mundo? Contribuíram diretamente para o fim do domínio russo e deram os primeiros passos na destruição dos EUA. O resto da história vocês já sabem. Quem se fudeu foi o Iraque, e o tal Osama Bin Laden talvez seja uma lenda.
That´s all.
Publicado por: matheus graciano em: Fevereiro 15, 2008
É fato que não podemos mudar o país, o estado, a cidade. No máximo o local onde moramos, que no atual momento já é muita coisa.
Essa semana estava ouvindo uma certa entrevista. O senhor entrevistado disse que precisávamos encontrar um meio termo entre o consumo e a destruição. Mas, vamos ser realistas, será que isso existe? Será que sustentabilidade realmente existe?
Ok, tudo é revertido em grana, e ora, todos querem a sua. Eu também quero a minha, mas e quem não quer, existe? E se ele existe será que tem uma explicação convincente (ou algum problema mental) por não querer?
Não estou duvidando da tal sustentabilidade, apesar de nem o dicionário do word que estou usando ter reconhecido a palavra, mas trocar créditos de carbono é uma das grandes canalhices que fodem esse lindo “praneta”.
Não, eu não estou nervoso, muito menos irritado. Só que catar tatuís na praia, ver peixes na água do mar ou simplesmente não encontrar uma embalagem de picolé na água. E aí, se a marinha interdita tudo o povo diz: “É um absurdo! Cerceando os nossos direitos!” Mas ora, alguém sabe alguma segunda forma (depois do diálogo) de resolver as coisas senão na chantagem ou na porrada? Quem souber levante bem alto a sua voz e a sua mão, pq onde eu vivo, na chamada Terra do Senso Comum a situação ta foda.
Não desejar a mulher do próximo quando fuder é necessidade.
Não comer mais do que se precisa quando comida é necessidade.
Não comprar mais do que se necessita quando… comprar é necessidade?
Diante de tantas frentes de controle pessoal, a solução é apenas uma deixarmos de ser apenas bandidos, mas também nos tornarmos a polícia de todas as nossas leis pessoais.
Malandragem?
Publicado por: matheus graciano em: Janeiro 25, 2008
Primeiramente queria entender como você, amigo leitor, entra aqui e fica lendo essas coisas. Ultimamente esse blog anda tendo picos de visitas nunca antes vistos. Será que estou escrevendo tanta merda assim?
Depois do último post fiquei um pouco intrigado com aquela teoria doentia e realista que blasfemei. Mas aí, lendo um livro, encontrei no mesmo as respostas para tudo aquilo.
No mais, o importante é o seguinte: “Todas as nossas percepções são amplificadas de acordo com o número de sentidos abrangidos.” Baralho! Que complexo. Sintetizando, é como dizer que quando você come um morango vê-lo faz toda a diferença. Você com certeza irá comê-lo mais feliz se você enxergá-lo mais vermelho. Idem com uma mulher (ou homem, pra quem gosta, de preferência elas, eu disse ELAS!) que quando a distância reduz para um nível de 2 a 3 metros você não olha apenas para ela, pois sentir seu cheiro e calor (dá-lhe Luis Caldas de Tieta) faz, também, toda a diferença.
Isso é algo óbvio, porém a obviedade é uma grande arma pra quem sabe lidar com ela. As pessoas acham que tudo é óbvio, porém nunca pararam para pensar nele. Viver assim é como num jogo de futebol: ande com o regulamento debaixo do braço. Se puder empatar lá e ganhar de um a zero aqui, faça. Só não mude de time (VIRAR CASACA NÃO!).
Pensem nisso. Mas não usem isso para manipulações pessoais.
Taí um vídeo bizarro de um velho funk. Será que você entende o porque haver dele com o texto?
O que ser isto?
Publicado por: matheus graciano em: Janeiro 18, 2008
Mais um dia se passa. Tudo acontece no mundo e mesmo assim volto a falar sobre algo que no mínimo penso sobre umas dez vezes por hora, eu acho. Ainda sim, nestas primeiras semanas de 2008 comecei a formular uma teoria muito útil na vida de quase, eu disse quase, todos os homens.
É fato que a primeira vista, olhamos na mulher a sua bunda. Parece um pouco grosseiro falar desta forma, porém é a mais verdade das verdades. Alguns para os seios, outros para a boca, mas a maioria concorda comigo. Agora, lembre-se também que nem todas as mulheres do mundo são Juliana Paes, Sabrina Sato, Dani Bananinha e muito menos Xuxa (em seus áureos tempos). Algumas Fernanda Torres, outras Preta Gil, e há ainda as Sandy e Tati Quebra-Barraco, e é justamente aí que nós entramos!
Nossa teoria é tão simples quando descascar uma banana ou trocar o óleo do carro. As mulheres, meu caro amigo, ou amiga, são fruto da distância que você as olha. Lembra daquela sua amiga da escola, trabalho, faculdade, vizinha que de perto você sempre pensou em beijá-la, abraçá-la, e em 95% dos casos, comê-la? Então! Agora lembre de como quando ela estava no ponto de ônibus? Ou quando ela estava na fila do supermercado? Ah você deve estar me pensando, “é a mesma coisa”. É meu caro amigo, se ela tivesse o shape da Preta Gil, será que seria a mesma coisa?
Pense. Tá certo que eu apelei de mais, porém farei uma breve tabela para ser mais claro. Antes disso é bom deixar claro que ela reflete uma realidade das mulheres normais, as de todo o dia, que você só aprecia suas coisas boas ou ruins de acordo com a proximidade que as admira.
100 metros: A maioria das mulheres com o mínimo de proporção nos quadris fica muito gostosa sendo avistada nesta distância.
50 metros: A exigência proporcional aumenta, mas você continua achando gostosa. Por ver o rosto um pouco mais nitidamente, muitas vezes acha que é a mulher mais gata que você já viu.
10 metros: É a chamada “distância da verdade”. Você avalia tudo. Cabelos, sorriso, jeito de andar, bunda, seios… porém, isso é igual a percentual de eleição: tudo pode variar para mais ou para menos…
5 metros: Já dá pra ter uma noção exata da sua voz (isso é muito importante. Tem mulher que só falando já se queima). Você aprecia com precisão seus seios, bunda e boca. Olha outros detalhes mais bizarros e tudo mais. Em suma, ou você se espanta ou se apaixona.
2 a 3 metros: Neste estágio, muitas vezes algumas mulheres têm o efeito Kelly key, ou seja, conseguem ficar muito belas e gostosas depois de algum tempo (e sem a ajuda do dinheiro do Latino), ou pelo menos até quando você se dá conta que ela é bem mais que um rostinho ou corpo nota 6 ou 7. É fato também que o cheiro de muitas delas pode deixar qualquer um maluco.
0,5 metro: Amigo. As coisas podem ser paradisíacas ou trágicas neste ponto. Isso vai de coisas um pouco mais complexas que não tive como catalogar ainda em minha teoria.
0 metro: É, não existe mulher feia. Quando você encosta, ele sobe, aí já viu… Você pode até ter sido enganado…. Mas aí já é tarde.
Acho que isto é tudo. Em breve formatarei outra podre teoria. Divirta-se com o vídeo e analise bem todas as mulheres que passam nas ruas. Afinal, se hoje estou escrevendo isso é porque aprendi com as próprias mulheres que se analisam a todo momento.
Bom estudo.
Créu?
Publicado por: matheus graciano em: Janeiro 3, 2008
Roupas?!
Não, eu não vou falar de moda, muito menos de corte, costura ou bordado. Porém, há algo muito melhor de se falar quando se trata de vestir. Despir.
Vou direto ao ponto. O que passa pela cabeça de um homem quando ele vai comprar suas roupas íntimas? É ora, cueca, meia, essas coisas. Então, você sabe? Por acaso alguém já perguntou aos homens se eles gostam de ver outros machos seminus vestindo “cuequinhas” apertadas?
Ora, pelo amor de Deus! Quem gosta disso? Bem… até sabemos quem gosta, porém, para evitar processos judiciais não divulguemos neste momento.
Mas para o bem de todas as mentes masculinas, eis que algum outro homem pensou na solução mais plausível e coerente para alegria de toda (ou quase toda) população mundial masculina.
A campanha já tem algum tempo, mas é sempre bom ressaltá-la. Afinal, por mais que já tenhamos visto tudo, sempre ficamos felizes quando vemos de novo.
Não é a mulher nua que fascina o homem. São as seminuas.
Publicado por: matheus graciano em: Dezembro 25, 2007
Em 1861, um tal de D. Pedro II (um ex-monarca destituído num golpe arquitetado por uns milicos descontentes e uns coronéis putos com a pouca autonomia em seus “currais”), após uma seca frenética que assolou a cidade do Rio na primeira metade do século 19, ordenou um reflorestamento na cidade para assegurar as nascentes as quais nos fornecem um dos bens mais precioso para o ser humano: a água. Esse pioneirismo ambiental gerou a região que hoje conhecemos como Floresta da Tijuca, a maior floresta urbana artificial do mundo.
Então, onde quero chegar? É simples. Os veículos de comunicação estampam a imagem das ocupações irregulares que avançam a cada dia sobre a mata. Devastam, constroem, tacam esgoto, lixo e vão corroendo tudo, tudo mesmo.
Ah, então ta tranqüilo. É só chegar lá e quebrar tudo, remover a população, promover programas de habitação. Mas, quem vai fazer isto? Simples o governo. Mas, que governo?!
Perguntinha marota essa. Mas no momento o panorama é o seguinte: o governo federal, diz que a responsabilidade é da prefeitura. O poder municipal diz que isso é dever do governo federal, e com um agravante: as terras são de posse da União, ou seja esfera federal. O IBAMA iniciou construções na Estrada Dona Castorina, sem pedir licença a prefeitura (segundo a legislação municipal) e disse que a mesma não tem qualquer autoridade em propriedade da União. Ou seja, um jogo de poder onde quem se fode é sempre a mesma garotinha indefesa estuprada pelos impostos: a população.
Como a população é fodida? Simples. Talvez em 2061, 200 anos depois do 1º reflorestamento iniciamos o segundo, só que com uma seca, população e problemas muito maiores.
Um dia aprendemos a ler. É, isso mesmo, juntar letrinhas, palavrinhas, formar frases, essas coisas. Depois de um tempo ganhamos um pedaço de papel que nos garante o direito do voto. A gente assina porque sabe ler. E quem não sabe não vota, certo? Claro que não! Mas que anti-democrático! É só sujar o dedinho de tinta e… ta lá! Impressão digital. Agora ele acaba de aprender a ler… é… bem… porra! É isso mesmo! Ler números e “as figura”, tá ruim?!
Publicado por: matheus graciano em: Dezembro 24, 2007
O país cresce e junto com ele o Natal. É com felicidade que todos vêem os índices de venda e consumo baterem recordes a cada fim de ano. Porém, sabemos que tudo isso é fruto do “libera geral” dos créditos. Não sou matemático, economista, muito menos analista financeiro, porém até os mendigos do centro da cidade já perceberam que para pegar um crédito basta por uma roupa de festa e ir nessas financeiras, ou menos ainda, é só passar na frente de uma delas com todos aqueles pescadores de devedores.
-Já tem cartão Credicard?
-Já.
-E Visa, senhor?
-Também.
-Ó, nós temos um serviço ótimo. Compramos sua dívida, limpamos seu nome e você pode pagar em 12 vezes, não é ótimo?!
-Porra, já falei que não, caralho…
Em meio a esses diálogos, que muita das vezes têm resultado positivo (só pras financeiras), que o povo vai se endividando. E assim as dívidas aumentam… e assim o Natal cresce…
Ah, e o espírito natalino?
Este está presente em todos os shoppings, centros comerciais, repartições públicas, e todos os lugares onde o mais importante é comprar, gastar e, principalmente, não trabalhar (essa é a melhor parte). Veja bem, não sou um defensor do Natal espirituoso, repleto de amor e os mesmos blá blá blás que sempre comento aqui. Não, é isso. Mas se acreditassem no Natal não se embriagavam e empanturravam de tantos alimentos, nem se preocupavam tanto com essas aparências, já que o tão dito “protagonista” nasceu pobre no meio de vários bichos.
Por este motivo é que gosto apenas do Carnaval. É a festa do corpo, da orgia, da bagunça, da putaria, é legítima. Não esconde nada. Não cobra presente de ninguém. Não exige preparo de comidas ricas. Não pede nada em troca. É o que é. Democrática, não tem distinção de classes, absolutamente não carece de nada. É a mais honesta das festas, e se propõe a isso, sem máscaras. Melhor ainda, sem nada.
Então, aguardo-te Carnaval! Em breve nos vemos. Ou melhor, no ano novo nos encontramos, afinal, o reveillon é o primeiro dia do carnaval.
A Juliana Paes e Viradouro, a combinação perfeita da nossa alegria.
Publicado por: matheus graciano em: Dezembro 17, 2007
Ele não tem a sexta série, coerência, decência e dedo, mas é um dos maiores fenômenos brasileiros do século XXI. Agrada aos pobres, fracos e oprimidos com a sua esmola-família que contempla milhões de “cidadões” pela terra brasilis. Com tantos bons predicados já ditos e não citado aqui, nem preciso dizer que estou falando daquele que mais fala lixo no país, nosso querido presidente Mula da Silva.
Eu gostaria muito que minha mente canalizasse este blog para um conteúdo repleto de putarias e sacanagens típicas de Internet. Poderia agora mesmo estar postando um link da Juliana Knust e todas as suas fotos da Playboy, mas não, prefiro mais uma vez tentar entender como milhões de pessoas se vendem em troca de uma bolsa, ou melhor, vendiam. Como sabemos agora, depois de ser reeleito, nosso barbudinho, rouco e sem mínimo resolveu fiscalizar as tais obrigações de quem recebe a “trouxa-família”, e depois da QUARTA advertência (e uma reeleição), está suspendendo os benefícios – é claro.
Mais bizarro que toda esta situação de cabresto deste partido intitulado “dos trabalhadores” e seus co-irmãos é a falta de bom senso em manter um discurso único. Sua política de “agrupar para mandar”, distribuindo cargos políticos entre os partidos sem muito critério qualitativo, apenas para ter apoio, resulta nesta ineficiência de transmissão de uma informação coesa que mantenha o eleitorado consciente (que saiba ao menos em quem votou nas últimas eleições) a par da situação governista e principalmente sobre seus consensos.
Uma hora são contra, outra são a favor, e mais tarde precisam repensar? Antes não vivemos sem o imposto, depois não há necessidade de ter o imposto? Então pra onde vai todo esse dinheiro? Bem, depois de tanta informação, já vimos que ao final do processo o dinheiro fica vermelho, e mais, como toda boa classificação de motel ele ganha umas estrelas... ou melhor, uma só.
O que seria isto?